Os partidos em Ibicaraí passam por reestruturação
Escrito por Paulo Roberto Dias
O jogo partidário, um dos aspectos da política brasileira, agora em setembro no último mês de domicílio eleitoral. Isso significa que os partidos só têm menos de 30 dias para fazer filiações, preparando-se para as eleições municipais de outubro de 2012. Em Ibicaraí, os bastidores da política, tanto partidária quanto institucional (executivo e legislativo), continuam movimentados, sob a influência desse prazo e das questões locais.
Até 7 de outubro de 2011, uma sexta-feira, os candidatos devem estar com sua filiação definida na Justiça Eleitoral. A eleição do próximo ano será no dia 7 de outubro. Nas eleições municipais, os eleitores escolhem nomes para as prefeituras e câmaras. Precisam avaliar os interessados nos cargos de prefeito, vice-prefeito e vereadores.
Ainda sobre o calendário eleitoral, que pode ser consultado no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), os partidos terão, a partir de 10 de junho de 2012, prazo de um mês para realizar convenções e definir coligações e escolher seus candidatos a prefeito, a vice-prefeito e vereadores. No dia 6 de julho de 2112, começa efetivamente a campanha. Os partidos, atualmente 27 registrados no país, poderão funcionar das 8h às 22h, com alto-falantes e amplificadores de som, nas suas sedes ou em veículos, fazer comícios e a propaganda eleitoral pela Internet.
Os partidos em Ibicaraí passam por reestruturação. Há o consenso de que organização, coordenação e planejamento são fundamentais para o sucesso nas urnas. Como as filiações estão se aproximando do fim, com as siglas listando nomes de candidatos e respectivos potenciais de voto, é hora de estruturar ações, mantendo os grupos unidos.
Neste momento, os partidos tentam cuidar de suas próprias casas, mas também procuram fazer incursões no território inimigo. Convites são feitos para desagregar lideranças e reforçar siglas opostas. Projeções são elaboradas sobre possíveis coligações.
Na situação, o PT ibicaraiense parte para mais uma campanha, como o partido mais forte da cidade, com um mandato municipal em seu curriculum. A liderança dos vermelhos passa pela discussão sobre o prefeito Lenildo Santana e suas chances de reeleição e o peso representado pelos deputados Rosenberg Pinto (estadual) e Geraldo Simões (federal), além do governador Jaques Wagner e a presidenta Dilma Rousseff.